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Eis que conceberás e darás a  luz um filho, e lhes porás o nome de Jesus. (Lc 1,31)
Missa parte por parte

A missa é o culto mais sublime que oferecemos ao Senhor. Nós não vamos à missa somente para pedir, mas também para louvar, agradecer e adorar a Deus. A Missa é simultaneamente sacrifício de louvor, de ação de graças, de propiciação e de satisfação.

Assim, vamos à missa para ouvir a Palavra do Senhor e saber o que o Pai fala e propõe para a sua família reunida. Não basta ouvir! Devemos pôr em prática a Palavra de Deus no nosso dia a dia buscando a nossa conversão e santidade.

Este estudo da Missa parte por parte tem como referência bibliográfica o livro “Instrução Geral do Missal Romano” que vai ser citada ao longo deste estudo com a sigla IGMR e o Número marginal. Exemplo: (IGMR24).

A estrutura da missa divide-se em quatro partes:

I. Ritos iniciais

II. Liturgia da Palavra

III. Liturgia Eucarística

IV. Ritos Finais

RITOS INICIAIS

Os ritos iniciais ou as partes que precedem a liturgia da palavra, isto é:

•Cântico de entrada,

•Saudação

•Ato penitencial

•Senhor (Kýrie)

•Glória

•Oração da coleta

Têm o caráter de exórdio, introdução e preparação. Estes ritos têm por finalidade fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembléia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a Palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia. (conf. IGMR24).

• Comentário Inicial

O comentário inicial convida a participação coletiva dos fieis e visa criar um ambiente propício para oração e a fé. Em geral, o comentário situa os presentes num determinado “tema” que será abordado mais profundamente nas leituras da Bíblia, durante o Rito da Palavra.

• Canto de Entrada

O canto de abertura tem a função de unir os corações dos fiéis no encontro com Cristo Ressuscitado, na certeza de que Ele está presente na Assembléia.

“Reunido o povo, enquanto o sacerdote entra com o diácono e os ministros, começa o canto de entrada. A finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da assembléia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros”(conf. IGMR 25).

• Saudação ao Altar

Chegando ao presbitério, o sacerdote, o diácono e os ministros saúdam o altar com uma inclinação profunda. Em seguida, em sinal de veneração o sacerdote e o diácono beijam o altar; e o sacerdote, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. (conf. IGMR 48).

Saudação ao Povo

O presidente da celebração eucarística (Padre ou Bispo), começa invocando a Santíssima Trindade: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Em Seguida Saúda assembléia, espontaneamente ou com das formulas do Missal. (conf. IGMR 50)

• Ato Penitencial

Todos são convidados pelo sacerdote a reverem suas faltas, permanecendo-se em silêncio por um tempo. Pode ser recitado ou cantado, conforme convite do presidente. Se cantado sua melodia deve traduzir a contrição de quem pede perdão. Todo o povo deve participar deste canto e os instrumentos devem o acompanhar de modo suave, quase imperceptível.

Em seguida, o sacerdote convida para o ato penitencial, que após breve pausa de silêncio, é realizado por toda a assembléia através de uma fórmula de confissão geral, e concluído pela absolvição do sacerdote, absolvição que, contudo, não possui a eficácia do sacramento da penitência. (conf. IGMR51).

• Kyrie, eleison - Senhor Tende piedade

Depois do Ato Penitencial inicia-se o Kyrie, eleison, a não ser que já tenha sido rezado ou cantado no próprio ato penitencial. Nele os fieis aclamam o Senhor, imploram a sua misericórdia e também louvam ao Senhor Jesus pelo perdão, (por olhar por nós com Sua misericórdia).

Depois do ato penitencial inicia-se sempre o Senhor, tende piedade, a não ser que já tenha sido rezado no próprio ato penitencial. Tratando-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é executado normalmente por todos, tomando parte nele o povo e o grupo de cantores ou o cantor. (conf. IGMR 52).

• Glória a Deus nas Alturas

É o hino antiqüíssimo pelo qual a Igreja congregada no Espírito Santo, glorifica a Deus Pai e ao Cordeiro. É um louvor as três pessoas da Santíssima Trindade, cantado ou recitado nas Missas dominicais, solenidades ou nas festas dos santos. No tempo do Advento e Quaresma não se reza nem se canta o Glória.(conf. IGMR53)

Também não se diz nos dias de semana porque perderia o sentido solene.

Não pode ser substituído por outro canto.

• Oração do dia (Coleta)

Esta oração encerra o rito inicial da Missa. O sacerdote convida o povo a rezar (quando ele diz, Oremos); todos se conservam em silêncio com o sacerdote por alguns instantes, tomando consciência de que estão na presença de Deus e formulando interiormente os seus pedidos.

“Após o convite do celebrante, todos se conservam em silêncio por alguns instantes, tomando consciência de que estão na presença de Deus e formulando interiormente seus pedidos. Depois o sacerdote diz a oração que se costuma chamar de ‘coleta’, a qual a assembléia dá o seu assentimento com o ‘Amém’ final” (conf. IGMR 54).

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1ª Leitura: 3Jo 5-8
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Salmo: Sl 111
Evangelho: Lc 18,1-8
Horário das missas
Quarta-feira:19h30 - Setores
Quinta-feira: 7h e às 19h30 - Matriz
Sexta-feira: 19h30 - Setores
Sábado: 19h - Matriz
Domingo: 07h30 - Matriz
09h30 - CSA
11h - Matriz com as criancas
19h - Matriz
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Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida

A 8 de setembro de 1904, a Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi coroada, solenemente, por D. José Camargo Barros. No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor.
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